Aprosoja apresenta resultados do Circuito Tecnológico ao produtor rural

08/02/2016

Associação alerta, também, para importância de análises laboratoriais da qualidade de sementes

Uma equipe da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) e o professor especialista em sementes Djalma Zimmer, da Universidade Federal de Pelotas (RS), apresenta até esta quarta-feira (3) os resultados das amostras de sementes colhidas durante o Circuito Tecnológico – Etapa Soja a produtores da Região Norte.

O Circuito é um evento realizado anualmente pela Aprosoja durante o plantio. Na ocasião, são colhidas amostras de sementes de soja em propriedades rurais escolhidas de maneira aleatória, em todas as regiões produtoras do Estado. Posteriormente, as sementes seguem para análises em laboratório.

Neste ano, o Circuito contou com algumas inovações. Uma delas é exatamente a presença do professor Djalma, que por ser especialista em sementes tem explicado os relatórios ponto a ponto, além de apresentar dos dados nos dias de campo desta safra.

“Outra novidade é que contamos pela primeira vez com a parceria da empresa Dimicron, que realizou análises bastante detalhadas, com ferramentas que anteriormente não possuíamos. E, por último, estamos confrontando os dados das sementes analisadas indo a campo e verificando se o que o laboratório mostra é o que está se apresentando no talhão em que a semente foi plantada”, explica o gerente de Planejamento, Cid Sanches.

O diretor técnico da Aprosoja, Luiz Nery Ribas ressalta que as visitas à Região Norte foram unicamente por agenda previamente definida pelo próprio Djalma Zimmer e que todos os relatórios produzidos a partir das amostras colhidas – de todas as regiões – já começaram a ser enviados para cada produtor participante. E ele faz um alerta.

“O que estamos reforçando nessas visitas é a importância de o produtor em fazer análises das sementes antes do plantio. Não apenas de germinação, mas também de vigor. Sabemos que não é apenas a qualidade de sementes que importa, temos a tecnologia de semeadura e o manejo cultural utilizado, por exemplo, mas ela é o pontapé inicial de uma boa produtividade”, destaca Ribas.

Por: Aprosoja

Fonte: Cenário MT

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