Grupo Rodrimar expande atuação no País e nos EUA

09/02/2016

Operadora explora novos serviços e amplia atividades em outros complexos portuários
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Terminal no Saboó opera contêineres e cargas de projeto

A oferta de uma maior variedade de serviços logísticos e a ampliação das operações em outros complexos portuários, além Santos, integram a estratégia adotada pelo Grupo Rodrimar para retomar o crescimento neste ano em meio à recessão econômica. A empresa também se prepara para anunciar um novo terminal de distribuição nos Estados Unidos, onde deverá ampliar as atividades a partir deste semestre.

As ações comerciais adotadas pela empresa, que está há mais de sete décadas no mercado, visam estabilizar os ganhos ao longo deste ano. A retração de receita registrada em 2015 deverá ser compensada com o ganho de clientes no último trimestre, resultado da busca por novas oportunidade de negócio.

“Fazemos de ponta a ponta – trabalhos com desembaraço, fretes internacionais, além do próprio terminal. É uma gama de serviços que se completam e que nossos clientes necessitam”, explica o diretor de Logística & Supply Chain da Rodrimar, Willy Maxwell. Segundo ele, esse foi a estratégia adotada a partir do momento em que a firma compreendeu que, no cais santista, hoje, há mais instalações do que carga.

Em paralelo, a empresa aposta na expansão do portfólio de serviços em outros portos do Brasil, como Paranaguá e Recife, num modelo semelhante ao que já adota no cais santista. Estratégia semelhante é adotada nos Estados Unidos, onde já possui uma unidade de distribuição em Miami. E nos próximos dois meses, a empresa inaugurará um novo centro de logística. O local ainda não foi revelado.

Panorama

Em termos portuários, o Grupo Rodrimar administra três terminais em Santos e, no cais público, atua como operador para embarques de celulose. Cargas de projeto, movimentadas na instalação do Saboó, foram o forte da empresa em 2015. Mas agora, nesse setor, as expectativas são mais negativas, já que a expansão industrial planejada anteriormente não se concretizou, explica Maxwell.

O câmbio, com a alta do dólar, não foi favorável ao grupo. Os dois terminais Pérola e o III e VIII externos são focados totalmente em cargas à granel importadas dos mercados europeu e asiático. Assim como os fertilizantes, que até então apresentavam crescimento satisfatório, essas mercadorias foram diretamente impactadas não só pela variação da moeda, como pela instabilidade econômica.

No segundo semestre do ano passado, quando ações estratégicas da companhia resultaram na ampliação da cartela de clientes, houve melhora na movimentação de produtos de exportação. “Cargas agrícolas e minérios, que não se viam acondicionadas em contêineres, apareceram com mais força, priorizando esse tipo de embalagem”, explica o diretor da empresa, que também projeta com otimismo o panorama para esse tipo de operação.

Willy Maxwell destaca que a empresa aposta em seus diferenciais, que envolvem principalmente operar toda a cadeia logística de ponta a ponta, “incluindo todo o desembaraço, transporte, Redex, porto seco e fretes marítimo, aéreo e terrestre até a distribuição no mercado interno, no conceito de logística realmente integrada”, afirma

Fonte: A Tribuna

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