Obama propõe gastos de US$ 4,1 trilhões no Orçamento de 2017

10/02/2016

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, propôs um plano de gastos para o ano fiscal de 2017 de US$ 4,1 trilhões nesta terça-feira (9), em um Orçamento final da Casa Branca que evidenciou suas prioridades, que vão do combate ao Estado Islâmico à ajuda aos mais pobres.

O Orçamento para o ano fiscal com início em 1º de outubro é em grande parte um documento político e é improvável que seja aprovado pelo Congresso controlado pelos republicanos. Mas dá ao presidente democrata, que deixa o cargo em janeiro, a chance de fazer um último arremesso para o financiamento em questões como educação, reforma da justiça penal e criação de empregos.

A proposta de gastos ficou dentro dos limites de um acordo alcançado entre a Casa Branca e o Congresso no ano passado que levantou cortes obrigatórios em defesa e gastos domésticos.

“Meu Orçamento faz investimentos críticos ao aderir ao acordo de Orçamento bipartidário assinado em lei no ano passado”, escreveu Obama no documento. “Ele também reduz os deficits e mantém o nosso progresso fiscal através da poupança inteligente de cuidados de saúde, imigração e reformas fiscais”.

DEFICIT

O orçamento proposto prevê um déficit de US$ 503 bilhões no ano fiscal de 2017, depois de um deficit de US$ 616 bilhões no Orçamento no ano fiscal atual, que se encerra em 30 de setembro.

Ele se destina a reduzir os deficits em US$ 2,9 trilhões em dez anos, em grande parte por meio de incentivos fiscais menores para assalariados ricos, novas economias no sistema de saúde Medicare e suposições que a adoção de suas políticas iria impulsionar o crescimento econômico.

“Esse documento será a visão final de como o presidente estabelece o futuro fiscal para o país”, disse Joel Friedman, vice-presidente para a política fiscal federal, no Centro de Orçamento e Prioridades Políticas.

“Eu não acho que ninguém espera que seja aprovado este ano. Os republicanos não irão abraçá-lo, mas isso não significa que não vai ser um documento útil.”

O Congresso pode avançar em elementos do orçamento sem endossar toda a proposta.

Fonte: Folha de São Paulo

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