Exportação de carne bovina cresce 1% em janeiro

15/02/2016

As exportações brasileiras de carne bovina “in natura” e processada em janeiro deste ano cresceram 1% em relação ao mesmo mês de 2015. No entanto, os preços obtidos caíram 13%, segundo informações do Secex do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), compiladas pela Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo).

No total foram exportadas 97.394 toneladas em 2016 contra 96.255 toneladas em janeiro de 2015. A receita foi de US$ 367,4 milhões em 2016 contra US$ 424,6 em 2015. O movimento é explicado pelo mês de comercialização lenta e atípico, nos quais foram trabalhados apenas 20 dias úteis.

“Entre os países que aumentaram suas compras em relação a janeiro de 2015 estão a Rússia, com crescimento de 17%, de 9.623 toneladas para 10.873 toneladas, o Irã, com 175% de elevação, de 2.146 toneladas para 5.920 toneladas, e o Chile de 3.817 toneladas para 4.423 toneladas (+15.9%). O nosso principal comprador continua a ser Hong Kong, mas este mercado que também é uma porta de entrada para o mercado da China reduziu suas importações de 29.748 toneladas em 2015 para 17.594 toneladas em 2016 (- 19,6%). O Egito, segundo maior cliente do Brasil também reduziu as compras de 20.606 toneladas para 17.594 toneladas (-14,6%) no mesmo período comparativo. Outro grande cliente brasileiro, a Venezuela diminuiu suas aquisições de 3.547 toneladas para 199 toneladas, queda de 94% em 2016”, diz comunicado da Abrafrigo.

Pelo levantamento da entidade, os estados que mais movimentaram as exportações de carne bovina foram, pela ordem, São Paulo, com 26.446 toneladas, Mato Grosso, com 15.457 toneladas, Goiás, com 12.611 toneladas, Rondônia, com 9.648 toneladas, Mato Grosso do Sul, com 9.168 toneladas e Minas Gerais, com 7.356 toneladas.
Por região, os principais compradores do produto brasileiro foram o Extremo Oriente, com 33.626 toneladas, a África, com 22.443 toneladas, o Leste Europeu, com 11.025 toneladas e o Oriente Médio, com 10.871 toneladas.

Autor: Leonardo Gottems

Fonte: Agrolink

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