Smart Farming é o novo nome do estado da arte do agronegócio

16/02/2016

“Smart Farming é o novo nome do estado da arte do agronegócio. E isso estará presente nas propriedades de todos os portes, para agricultura familiar, e empresarial, e vai exigir treinamento intensivo educação e atração de uma nova geração de jovens, de mulheres e de novos fazendeiros”. A afirmação é de José Luiz Tejon Megido, conselheiro fiscal do Conselho Científico para Agricultura Sustentável (CCAS).

O especialista cita uma pesquisa realizada pela Monday Morning Institute, com parceria da ONU, que entrevistou 5.500 líderes globais e encontrou as cinco principais soluções para os riscos do mundo contemporâneo: desemprego, pobreza, crises financeiras, fome e desnutrição, emissão de carbono na natureza, educação, dentre outros.

“Entre as saídas: oportunidades para nosso futuro todas elas estão vinculadas ao novo agronegócio. Por exemplo: uma nova medicina de precisão para doenças passa pela dieta inovadora e qualidade da alimentação. A redução do desperdício de alimentos para combater a fome e o abastecimento do planeta passa pela logística, e educação dos consumidores sobre a qualidade dos alimentos, acima da sua beleza, preparar pessoas com conhecimentos diversificados envolve integrar agronomia, veterinária, zootécnica com administração e o marketing da alimentação saudável e de processos cada vez mais sustentáveis”, explica.

Ele comenta que “o mercado de trabalho digital, como segundo ponto mais importante, vai viabilizar micro e pequenos empreendedores dentro de um novo campo, gerando trabalho e estancando o êxodo rural. E a primeira sugestão dos líderes pesquisados para esse novo e breve futuro, está no que foi chamado de Smart Farming.

“Ou seja, a produção inteligente no campo, significa agricultura de precisão e utilização dos sensores e dos equipamentos modernos que permitem atuar com detalhe milimétrico em cada semente, cada animal e na dosagem dos insumos, bem como dos micronutrientes vegetais e animais”, sustenta.

“Agora aos fazendeiros inteligentes SMART FARMING já chegam por aqui e vão invadir e criar uma nova agropecuária mundial”, prevê Tejon Megido, que também dirige o Núcleo de Agronegócio da ESPM e é comentarista da Rádio Jovem Pan.

Autor: Leonardo Gottems

Fonte: Agrolink

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