Programa de combate à ferrugem do café é iniciado por Instituto Interamericano

18/02/2016

Em 2012 e 2013, na América Central e República Dominicana, foram perdidas 2,7 milhões de sacas de café por causa da ferrugem, ou seja, 20% da produção, o que representou um impacto econômico e social significativo.

O Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), com o apoio financeiro da União Europeia (UE), busca evitar histórias similares mediante a implementação do Programa Centro-americano de Gestão Integral de Manejo da Ferrugem do Café.

O convênio do projeto foi firmado pelo diretor geral do IICA, Víctor M. Villalobos, e pelo chefe de Cooperação da delegação da UE na Nicarágua, Laurent Sillano, em 27 de janeiro, na Nicarágua, segundo o comunicado para a imprensa do IICA.

O programa foi colocado em marcha em primeiro de fevereiro e será estabelecido pelos próximos cinco anos.

Ainda que o projeto não contemple o Panamá nem a Costa Rica, será focado em Guatemala, El Salvador, Honduras e Nicarágua; e no plano local, em quatro zonas específicas desses últimos países.

Com a iniciativa, pretende-se alcançar uma produção de café que adote e implemente medidas de adaptação, mitigação e redução de riscos a mudanças climáticas, desenvolver um sistema de alerta precoce, projetar e estabelecer políticas regionais, fortalecer a institucionalidade e gerar fontes de emprego que contribuam ao bem-estar dos povoados rurais.

Estima-se que o Programa Centro-Americano de Gestão Integral do Manejo da Ferrugem do Café beneficie 330 mil famílias produtoras desse grão nas nações que incluirá.

Para a execução do projeto, o IICA tem sócios chaves, como o Centro Agronômico Tropical de Pesquisa e Ensino (CATIE), o Centro de Cooperação Internacional em Pesquisa Agrícola para o Desenvolvimento (CIRAD), a Secretaria do Conselho Agropecuário Centro-Americano (SECAC), a Agência Alemã para a Cooperação Internacional (GIZ) e o Programa Cooperativo Regional para o Desenvolvimento Tecnológico e Modernização da Cafeicultura (Promecafe).

Todas essas instituições focarão seus esforços em consolidar os objetivos da iniciativa e, assim, melhorar a capacidade de resposta a população mais vulnerável que depende da produção de café nessas áreas de intervenção.

As informações são do La Estrella de Panamá

Tradução por Juliana Santin

Fonte: CafePoint

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